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SP: show dos Racionais MC's termina em pancadaria

06 de maio de 2007 • 06h33 • atualizado às 23h22
Carro foi queimado durante confusão na Sé Foto: Klinger Portella/Terra
Carro foi queimado durante confusão na Sé
06 de maio de 2007
Foto: Klinger Portella/Terra
 

Terminou em confusão e danos ao patrimônio público e particular o show do grupo de rap paulista Racionais MC's realizado na madrugada deste domingo, na Praça da Sé - região central da capital paulista - durante a 3ª Virada Cultural da cidade de São Paulo, o maior evento do gênero no País. Houve tumulto generalizado após o público ficar irritado com o atraso para o começo da apresentação, às 4h30 - inicialmente marcada para as 3h.

 

» Veja fotos da confusão
» Veja a confusão no show dos Racionais
» Vítimas vão processar prefeitura

Segundo nota da Secretaria de Segurança Pública, um grupo de pessoas que assistia ao show começou a atacar policiais militares com pedras e garrafas e a depredar uma banca de jornal. Com a chegada de reforço da Força Tática e do Batalhão de Choque, o grupo se separou, depredou e saqueou lojas nas ruas - entre elas as Lojas Americanas e o Rei do Mate, oito viaturas da Polícia Militar, uma viatura da Guarda Civil Metropolitana, e dois carros particulares, um incendiado e outro danificado, orelhões e banheiros químicos, além de entrar nas instalações da estação Sé do Metrô e depredar 12 lojas e destruir seis bloqueios da estação.

A polícia deteve em flagrante 11 pessoas por furtos, depredações, desacato e dano ao patrimônio público e privado. Os presos foram encaminhados ao 1º Distrito Policial, onde foram registrados boletins de ocorrência. Na ação, quatro policiais militares ficaram feridos.

Segundo informações da rádio Jovem Pan, a confusão começou por volta das 5h. O cantor Mano Brown tentou apaziguar a situação, mas a apresentação do grupo teve de ser interrompida.

A situação ficou mais complicada quando um grupo começou a pichar prédios na região. A Tropa de Choque da Polícia Militar chegou ao local por volta das 5h15 e, segundo a rádio, usou balas de borracha e bombas de efeito moral para conter a confusão.

A Polícia Militar afirmou que a confusão não teve nada a ver com o público do show e classificou o tumulto como "atos de vandalismo" praticados por pessoas ao redor do público que não estavam interessadas no show.

 

O site oficial que cobre todos os momentos da Virada Cultural não divulgou o episódio.

 

Racionais MCs foram maior destaque da 10ª edição do Prêmio Hutuz

Evento encerra um ciclo e anuncia, para o ano que vem, o festival Rap Popular Brasileiro


Janaína Cunha Melo - EM Cultura

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Daniel Ferreira/CB/D. A Press
Os Racionais MCs saíram da última edição do Hutuz como o grupo musical de maior expressão da cultura hip hop brasileira

Rio de Janeiro – A 10ª e última edição do Prêmio Hutuz, realizada na noite de anteontem, no Canecão, no Rio de Janeiro, confirmou os Racionais MC’s como o grupo de maior destaque da cena nacional. Em uma década, a trajetória do quarteto Mano Brown, Edie Rock, Ice Blue e KL Jay marcou o desenvolvimento do gênero no país. Eles são os criadores de inúmeras canções que se tornaram hino para a juventude da periferia, como Nego drama, Vida loka, A vida é desafio e Diário de um detento. Os músicos do Capão Redondo, de São Paulo, também foram os responsáveis pela aproximação dos jovens da classe média ao movimento que revelou outros ícones, como os rappers Sabotage, MV Bill, Negra Li e Facção Central, além de serem pioneiros na criação de estratégias que difundiram o rap nacionalmente. Há pouco mais de duas décadas, os Racionais MC’s descobriram que são muitas as afinidades entre os anseios dos jovens de diferentes classes sociais e se consolidaram como símbolo de uma geração.

Mas a noite de premiação não foi um evento exclusivo de rappers, b.boys, grafiteiros e MC’s de todo o país, que prestigiaram o encerramento do maior festival de rap da América Latina, realizado pela Central Única de Favelas (Cufa). Caetano Veloso, Regina Casé, Toni Garrido, André Ramiro, Helio de La Peña e Chica Xavier, entre outros artistas prestigiados da cultura nacional, participaram da festa, com declarações que apontam o movimento hip hop como manifestação importante para o diálogo entre as artes.

“Venho aqui há 10 anos e me sinto em casa. Sou quase uma Regina Casé”, brincou Caetano, que acompanhou a festa à vontade e subiu ao palco para dueto de improviso com Rappin Hood. Por alguns instantes ele titubeou ao desafio proposto por Nega Gizza, mas aceitou ser acompanhado por base eletrônica, em vez de banda ou o próprio violão, já que sua apresentação não estava prevista no roteiro. E relembrou parceria registrada no CD Sujeito homem 2, de Hood, que promoveu encontro da Tropicália com o hip hop.

Para contemplar o maior número possível de protagonistas da cena, o Hutuz entregou três prêmios em algumas categorias e quatro nas mais disputadas. É o terror, de GOG, H. aço, do DMN, Soldado do morro, de MV Bill, e Nego drama, dos Racionais MC’s foram eleitas as melhores músicas da década. Para Edie Rock, elas são as sementes e fazem parte das muitas histórias que garantira o êxito do rap. Com bom humor, Ice Blue encerrou os agradecimentos. “Estamos sendo apontados como os Rolling Stones do rap. Para muita gente, não foi fácil aguentar quatro caras chatos como nós, mas estamos vivos”, disse , apontando a continuidade do grupo por mais de 20 anos como um dos grandes méritos da família Racionais.

“O rap é falho, como tudo na vida, porque temos limitações. Hoje, com 22 anos de hip hop e um filho de 14, sinto-me um jovem senhor e muitos outros virão”, avaliou Mano Brown, ao receber prêmio na categoria Melhor Álbum. “Vejo que contribuí com a minha parte, que o Brasil passa por um processo de mudança, mesmo que lento, e que somos uma geração que faz parte disto”, reforçou Mano Brown. Kl Jay também foi destacado na categoria Melhor Produtor, com Erik 12 e DJ Raffa.

Hoton Ventura/Divulgação
Caetano Veloso subiu ao palco e cantou com Rappin Hood. Sandra de Sá marcou presença na noite do rap brasileiro

RAP E EMBOLADA

Entre as mulheres, o Atitude Feminina dividiu com Sabotage e Inquérito o prêmio Revelação. Na categoria demo feminino – única de que participou grupo mineiro, o Negras Ativas –, Negga Gizza, Lívia Cruz e Afronordestinas ficaram com o título. Todas as mulheres que subiram ao palco, incluindo a grafiteria Anarquia, fizeram discursos de combate à violência. “Quem ama não mata, não humilha e não maltrata”, disse Jane, do Atitute Feminina. Revelado por GOG, de Brasília, o rapper-embolador Rapadura foi premiado como representação do Norte Nordeste, com Costa a Costa e Comunidade da Rima.

A partir do ano que vem, o Prêmio Hutuz será substituído pelo RPB, o festival Rap Popular Brasileiro, que passa a ocorrer anualmente em todos os estados brasileiros, com final na capital fluminense. A decisão da Central Única de Favelas gerou declarações públicas pela continuidade da premiação, mas Nega Gizza, coordenadora do Hutuz, não sinalizou intenção de dar continuidade ao evento, no formato em que ocorre há 10 anos. Para a Cufa, o evento encerra ciclo, gerando expectativas em torno das próximas realizações. Em uma década, o Hutuz revelou grupos e artistas, apoiou o desenvolvimento local e nacional do hip hop e promoveu encontros em todos os elementos da cultura. Missão cumprida.
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